quinta-feira, 13 de abril de 2017

Roteiro Lisboa - dia 1


Chegada e passeio no centro histórico:
 

Pagamos o vôo da Azul, que sai de Campinas direto para Lisboa. Voos diretos sempre são uma beleza (fora a comida, que estava péssima, mas isso já é esperado). Esse voo chega 6.55h em Lisboa e você tem o dia inteiro pra aproveitar logo de cara.

Ficamos no hotel Ibis Centro Saladanha, que recomendo demais por ser barato, limpo, super silencioso e a localização excelente, muito segura, com tudo por perto (só de exemplo, tem 3 supermercados, farmácias, padarias para café da manhã por 2,50 euros o “menu pequeno almoço”, galeria de lojas com praça de alimentação e metrô com a linha que vem direto do aeroporto há uns 200m no máximo). Não tem preço vir direto de metrô pro hotel, ou melhor, tem um precinho muito bom! Só 1,30 euros!!!! Salve a Europa que tem linha de metrô direto do aeroporto! Se pegar táxi não sai muito caro, acho que 15 euros, mas eu particularmente acho muito frescurete pegar taxi se tem metrô, mas cada um faz do seu dinheiro o que bem entende, né não?

Chegamos no hotel, check in feito em 5 minutos, deixamos as malas e fomos para a Praça dos Restauradores, onde tem um Centro de informações ao turista pegar mapas. De lá, já vimos o ascensor da Glória, pegamos e fomos para o mirante.

Seguindo, fomos andando sem rumo até chegar ao Rio Tejo e passamos por vários pontos turísticos: praça do Comércio, cais, prédios históricos, mais praças.
 

Paramos no Museu da Cerveja para tomar um chopp (cerveja a pressão) e comer o pastel de bacalhau que o Pedro pelo Mundo tinha recomendado. Achei gostoso, mas já comi melhores aqui no brasil mesmo.

Depois fomos tomando o rumo para o Castelo de São Jorge. As ruas de lá são daquelas em que a gente se perde, várias vielinhas, muito bonitinho, mas uma ladeira sem fim. Difícil de guiar por mapa, mas conseguimos chegar.
 
 


O castelo é muito bonito, se estiver com crianças elas vão amar. Só não aconselho ir com carrinho de bebê, muita escada, vi gente sofrendo por isso. As escadas também têm um degrau com altura um pouco maior do que estamos acostumados, então exige um pouco de preparo. Pessoas com mobilidade reduzida não devem deixar de ir, mas acho que não vão aproveitar todo o passeio.

Depois da visita ao Castelo, voltamos ao hotel para tomar um banho e sair para jantar. Fomos a um restaurante que era lá pertinho, o Mariscaria, a comida é gostosinha, mas pra mim, faltou tempero, tudo muito suave.

Fim do primeiro dia, fomos dormir para descansar da viagem e ganhar forças para o próximo dia.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Comprinhas de make em Lisboa!

 
 
Bom, não foi só a paleta Ultimate Basics, da Urban Decay, que eu comprei. Tinha uma Kiko no caminho, no caminho tinha uma Kiko, e a pessoa não resiste.
Dei uma bisbilhotada no site da Kiko antes de ir e vi que os preços de Lisboa são os mesmos da Itália, então tive que dar uma passadinha.
Eles estão fazendo coleções comemorativas de 20 anos na marca, essa é a primeira delas, chama Less is Better e fiquei doida pra levar umas coisinhas. Peguei o iluminador líquido e dois batons líquidos mate. Queria a paleta de sombras, tinha tons bem parecidos com a Naked 2, mas é bem pequenininha, pra levar em viagem ia ser uma beleza. Acontece que passei em várias lojas da marca e tinha esgotado já :-((. Levei algumas outras coisas, como esses lápis de boca, que uso como batom e amo, essa sombra unitária meio alaranjada e esse corretivo verde (que odiei).
Ainda, no paraíso baratex chamado Primark, vi esses acessórios (nécessaire, pincéis e esponja de limpeza) e trouxe também.
Não foi muita coisa, fui comedida!!!
A Ultimate Basics tava 52,80 euros, mais ou menos R$ 190,00. Mas quando chegar aqui, com certeza vai ultrapassar os R$300,00. Amei as cores e a qualidade é sensacional.

E claro que logo mais terá roteirinho por aqui!!!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

O único ítem da minha wish list!


Esse vai ser o ano de não comprar maquiagem, afinal, tenho muito mais do que uso e preciso.
 
Só de base, tenho 5, mais 2 BB Creans, mais 2 protetores solares com cor, e por aí vai. Enfim, tenho coisa até 2020 kkk.
 
O único presentinho que pretendo me dar é a paleta nova (não tão nova assim, mas claro que ainda não chegou por terras brasileiras) da Naked Basics, a Naked Ultimate Basics (tenho as duas Naked Basics e são minhas preferidas, a versão 2 já está mais da metade consumida, uso demais!).
 
Como vou viajar pra fora logo mais, pretendo comprá-la. Na Europa custa 51 euros e nos States 54 dólares, menos de R$ 180,00. Claro que se chegar aqui vai custar o dobro - pelo menos, então vou aproveitar.
 
E pretendo me manter firme no propósito de passar vontade com compra de maquiagem esse ano, promessa pra 2017!!!! Afinal, maior besteira gastar dinheiro com o que não usa!!!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

ROTEIRO CORRERIA PELO CHILE - CONCHA Y TORO


DIA 4 – CONCHA Y TORO E CERRO SAN CRISTÓBAL

 

No último dia, já tinha agendado uma visita à vinícola Concha y Toro, pelo site. Santiago é como a Europa, muita coisa fecha segunda-feira, e visitar vinícolas é sempre uma boa opção para não perder o dia de passeio.

Fomos de metrô, que é facílimo e até rápido. Disseram que demoraria uma hora, mas na verdade demorou 35 minutos. Descemos na estação Las Mercedes, como todos os sites indicavam, mas poderia ter saído na próxima e última (Plaza del Puente Alto – ponto final da linha azul), que dá na mesma. Chegamos cedo e estávamos fazendo hora pra chegar no horário marcado da visita, mas resolvemos ir logo e ver se podíamos adiantar. Tomamos um táxi para lá. E conseguimos! Daí sobraria mais tempo para aproveitar o último dia de Santiago.

 
 
 

A visita é bem geralzona, não espere ficar sabendo sobre o processo de fabricação de vinho, uvas e essas coisas, o que achei muito bom, porque gosto de saber curiosidades, de tomar vinho, mas não me interessa nem um pouco saber sobre fermentação e armazenagem de vinho.

A viña é bem bonita, tem um restaurante bacanudo e bem gostoso, mas não é nada demais. Experimentamos um vinho espumante muito bom e dois vinhos tintos mais encorpados, sendo um o Casillero del Diabo, que é o mais famoso e popular de lá. E popular que dizer pop mesmo, mais simples, além de ser o mais conhecido também.

Saindo de lá, me informei com o guarda e ele me orientou a pegar um ônibus até a estação de metrô mais perto, a tal Plaza del Puente Alto, que pude avistar de dentro do ônibus e assim saímos de volta para Santiago.

Só uma observação aqui: gosto muito de pegar metrô quando viajo, por ser mais barato, claro, mas também como uma forma de viver um pouco como uma local. Acho que quem sai de casa, ainda mais do país, e só anda de transfer ou táxi não conhece um pouco da vida na cidade visitada, e essa sempre é uma das minhas intenções quando viajo. Daí porque também sempre entro no supermercado dos lugares e quero sempre comer em restaurantes locais, e não super estrelados.

Pegar metrô é muito fácil, porque tem a indicação da estação que estamos parando.

Mas pra pegar ônibus você tem que saber exatamente onde vai saltar, e fica mais difícil não sendo acostumada com o lugar. Claro que sempre pode existir uma pessoa com boa vontade e te indicar, ou um motorista solícito, mas precisamos contar com a sorte. Dessa vez foi bem fácil enxergar o logo do metrô do Chile, que é uma forma oval em vermelho com um zigue zague dentro, então foi bem tranquilo. O ônibus também tinha a indicação de parada no metrô no vidro da frente, foi bem fácil de saber qual pegar. E muito barato, acho que 600 pesos (mais ou menos 3 reais).

 

Almoçamos no Patio Bella Vista, no Fukai, restaurante japonês que achei divino! Cada sushi diferente, com um molho de palta (tipo de abacate), nossa, vou ter que voltar lá pra ir nesse restaurante de novo! Tomamos um sorvetinho por lá também, afinal, comida japonesa é bem leve (olha a desculpa...) e partimos para a próxima parada: Cerro San Cristóbal.

 
 

A intenção inicial era pegar o funicular na subida e descer pelo teleférico, mas fiquei sabendo na hora que o teleférico não abria segunda-feira, então subimos e descemos pelo funicular. O zoológico também não abre segunda. Só deu pra aproveitar a vista mesmo, ver o Santiario da Nossa Sra. Da Concepción (pedir uma benção pra volta, claro) e voltar.

Ainda queria visitar o Parque das esculturas, mas já era 17.00h, o pé doendo até e tínhamos que fazer as malas para a volta de madrugada, então resolvemos que as atrações acabariam ali.

Se conseguir fazer o trajeto que eu pretendia, pegar o funicular na subida e descer pelo teleférico, fica bem fácil de visitar o Parque das Esculturas depois, que é perto da saída do teleférico.

Última janta foi no restaurante Ligúria, que é bem conhecido, depois arrumar tudo e volta pro Brasil!

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Dica de compra!!! LIVROS - EBOOKS maravilhosos a R$7,85 na Amazon!

Bom, já li todos esses e paguei bem mais! Mas na Amazon, pra vc ler os ebooks das "Crônicas Napolitanas", da máster maravilhosa escritor Elena Ferrante, está custando a bagatela de R$ 7,85 por livro!

Se vc gosta de ler e nunca ouviu falar, dá uma zapeada e veja os comentários sobre esses livros no Youtube (recomento especificamente o Blog Livrada, que é dum cara que entende mesmo de livro).

O primeiro livro vou confessar que começa bem devagar. Quase parei de ler, mas retomei e nooossa! Não consegui parar mais. Estou no último, o quarto, que ainda não tem tradução pra português, mas estou lendo em espanhol que é bem facinho (tem em inglês também, mas vou confessar que tenho uma preguicinha de ler em inglês, acho espanhol muito mais fácil, claro).
 
Olha, super dica!
 


 
 
Bom, daqui a pouco acabo de ler o último livro e já já chega o box com toda a série em português, daí comprarei o box pra ter na minha biblioteca! Sim, o ebook (pra ler com conforto, aumentar muito a letra) e o livro (pra guardar), porque sou dessas.
 

ROTEIRO CORRERIA PELO CHILE - VIÑA DEL MAR


DIA 3 – PARTE 2 – VIÑA DEL MAR

Pegamos o metrô em Valparaíso e descemos na parada Viña del Mar. Super tranquilo. Se vc quiser ver o relógio das flores, que é parada turística, deve saltar em outro ponto, mas não morro de amores por esse tipo de coisa e resolvi pular. Fomos direto para a Quinta Vergara.
 
Da outra vez que fui, achei o parque bem bonito. Agora, o castelo, que é imitação do Palazzo Ducale de Veneza, está em reforma e cercado de tapumes (porque ficou condenado depois do último terremoto). Ir ao parque ficou meio (completamente) sem graça, mas com certeza vai ficar lindo quando a reforma estiver pronta, e acho que ainda vai dar pra voltar a visitar esse palácio por dentro, lindeza.
 

De lá, fomos para a orla. Olha, andamos muito! Fui olhando o GPS do celular, mas como estava sem internet, só usando o mapa que já estava aberto, não pude pedir o caminho mais curto e foi uma pernada!


 
Visitamos o Castelo Wulf. Bem bonitinho por fora, bem sem graça por dentro, não tem nada. Mas é de graça, vá assim mesmo!


Passeamos um pouco na praia, molhamos o pé no Oceano Pacífico (gelaaaado, mas mesmo assim cheio de gente nadando), paramos no barzinho, tomamos uma bebida e hora de voltar.

Fomos comprar a passagem de volta, eram umas 19:00. A rodoviária (ou terminal de buses) estava lotada! Devíamos ter comprado logo a passagem de volta quando chegamos em Viña. Conseguimos ônibus só às 21:45h, e logo depois as passagens acabaram – só que tinha um monte de gente anunciando transporte particular para Santiago, seria essa a solução se a gente não conseguisse comprar a passagem de volta.

Pra esperar, fomos jantar num shoppingzinho bem pop lá do lado para dar a hora. Pegar o ônibus de volta foi um tumulto. Tinha muita gente esperando, nada de informação, sorte que os chilenos são gentis (os próprios passageiros) e nos ajudaram a achar o ônibus da volta, que demorou pra aparecer. Chegamos em Santiago quase 2:00 no terminal Alameda (maior congestionamento na chegada para Santiago!), sorte que tinha táxi lá pra voltar pro hotel.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

ROTEIRO CORRERIA PELO CHILE - VALPARAÍSO


DIA 3 – PARTE 1: VALPARAISO

 

Sabe o que eu escrevi aqui da outra vez que fui para o Chile, que amei Viña del Mar, pois é, esquece...

Dessa vez, todo meu amor por Valparaíso. Como as escolhas de turistagem mudam nossas ideias, hein?

Fiz um roteiro baseado no site “Viaje na Viagem”, mastigadinho para visitar as duas cidades.
 

 

Pegamos um ônibus em Santiago para Valpo acho que 8:45h (no Terminal de metrô Alameda) e depois de umas duas horas estávamos em Valparaíso. De lá, pegamos um táxi direto para a outra casa do Neruda que íamos visitar. Até dá pra ir à pé, mas é meio longinho e a ladeira é fenomenal, acho melhor guardar as pernas pro dia, porque você vai precisar.

Mais uma vez, fiquei encantada com a casa, que se chama La Sebastiana. A vista do quarto de dormir, com uma janela imensa para a paisagem do porto, nossa, de tirar o fôlego. Acho que eu não ia sair desse quarto nunca se morasse lá. Tem também um escritório onde o Pablo trabalhava disponível para visitação, muito legal (pra não dizer surreal, estar num lugar assim). Linda, linda, linda!

 

A dica do VNV era pegar um táxi para o Cerro Alegre depois, mas não tinha táxi por perto. Fomos descendo a super ladeira, tentado ir por conta, mas é puxado e bem longe. Sorte que consegui caçar um táxi pela rua, que nos deixou na próxima parada, o museu Baburizza.
 

 
 

O museu fechava para almoço, e então aproveitamos para almoçar num restaurante lá do lado mesmo, depois entramos. O museu é lindo, a construção e as obras, adorei. Não conhecia nenhum artista, mas o estilo das obras é mais clássico, paisagem marítimas, retratos, natureza, é o estilo que mais gosto, então achei tudo lindo.

Lá do lado já fica um ascensor (que pra gente foi um baixador kkk) e descemos até a Plaza Sotomayor, demos uma voltinha e fomos pegar o metrô para Viña del Mar.

domingo, 22 de janeiro de 2017

ROTEIRO CORRERIA PELO CHILE - DIA 2:


Começando a colocar em prática o plano de visitar as casas do Neruda. Como ela só abre as 10:00, antes fomos até o Palácio La Moneda e Plaza de Armas, tirar fotos clássicas de turistas. Visitamos também o Centro Cultural La Moneda, que abre as 9:00h e sempre tem exposições bem legais. Dessa vez, tinha uma exposição de gravuras e pinturas inspiradas no Picasso, bem interessante. Vá cedo, pois até 13.00 a entrada no centro é de graça.


 

Depois seguimos para a La Chascona e com certeza valeu cada centímetro que me desloquei do Brasil até chegar lá. Fiquei encantada com o lugar, muito lindinho, todo pensado, cada louça, cada porta, foi planejada e tem um significado. Deu uma deprezinha de ver tudo aquilo, cheio de vida, e lembrar que eu moro num apartamento que comprei pronto, mas tudo bem. Deu um estalo que a gente precisa colocar mais vida, mais do que a gente gosta na casa, pra viver cercado do que nos deixa feliz, hehe. A visita foi sensacional.



 
Depois, também guiada pelo blog Destemperados, fui ao restaurante Azul Profundo almoçar. Pedimos umas entradinhas, pois não estávamos com muita fome, mas tudo é  muito gostoso. O cardápio foi: pisco sour, lógico, machas a la parmesana e empanadas de camarão e queijo. Estava muito bom, mas o serviço é meio confuso. Os garçons te “abandonam” na mesa, ficam fazendo outras coisas e você fica precisando caçá-los para fazer pedido. Não sei se é por que não tinha quase ninguém no dia, mas foi bagunçado.


 
Depois fomos até o Patio Bela Vista, lá do ladinho, e tomamos um café com bolo (torta Lucena – tradicional do Chile, que parece um bolo de rolo, mas com recheio de doce de leite – muito boa!)

 
Próxima parada foi o museu de Bellas Artes de Santiago. Achei legal, a construção bonita, mas as obras em si não gostei tanto. O de Buenos Aires é infinitamente melhor, na minha opinião.

Já era de tardinha e fomos para hotel descansar um pouco e tomar banho. De noite, fomos ao shopping Costanera Center, que é perto do hotel, dar uma volta (tem muuuuita loja!, mas não compramos nada) e jantar uma coisinha fast food mesmo.

sábado, 21 de janeiro de 2017

ROTEIRO CORRERIA PELO CHILE - DIA 1:


Aproveitei umas milhas que eu tinha e lá fui eu de novo para o Chile, tirar a má impressão que tinha. Agora por 3 dias no calor, pra ver o máximo de coisa possíveis!!!

Realmente, quando fui em 2015, fui no frio pra ver neve, e a neve não caiu L. Primeiro passo pra desgostar de um lugar: criar expectativas que não se concretizam.

Agora, fui especificamente para visitar as casas do Pablo Neruda, que não deu tempo de ver da outra vez, porque tinha que ser visita com hora marcada e agora não precisa mais, você chega e entra. Resultado: sucesso total! Voltei feliz de vida de ter visitado esse país!
 
(vista da Cordilheira pelo avião - pra mim, o jeito mais lindo de vê-la)
 
DIA 1: IDA A Santiago.

Pegamos um voo que chega com dia ainda claro e foi ótimo. Chegamos 16.55h, fomos pro hotel (Ibis Providência – pra mim, no melhor ponto de Santiago, perto do metrô Manuel Montt). Check in feito, malas no hotel, só coloquei uma bermuda porque estava muito calor e fomos pegar um metrô até o Cerro Santa Lucia. Andamos um pouco e voltamos para tomar um banho.

 
 


Dessa vez, queria visitar uns restaurantes mais chiquetosos, então fomos jantar no “Aqui esta Coco”, pra muitos blogs, o melhor do Chile. O lugar é bem legal, charmoso. Não marcamos hora, estava bem cheio, mas estávamos em 2 pessoas só e tinha uigar. Ficamos na adega, que tem mesas para refeição, e achei bem legal. Pedimos empanadas de frutos do mar e congrio ao pil pil – sugestão do Blog Destemperados, e amei a comida. Uma experiência mesmo, muito legal. O restaurante é sofisticado, mas a conta deu mais ou menos R$250,00 pra 2 pessoas, com entrada, pisco sour (claro), prato principal, água, taça de vinho branco. Achei bem ok, já que pra ir no boteco aqui no BRA tomar cerveja, comer batata frita e uma porção, quase gasto isso.